As global investment and trade continue to grow steadily, trade disputes involving foreign parties have increased at a steady pace, too. To solve those issues, litigation, arbitration, and mediation play a critical role. While China adhered to the New York Convention in 1987, the Arbitration Law of the People’s Republic of China, enacted in 1994, did not recognize ad hoc arbitration, due to intrinsic political, economic, and diplomatic circumstances of Chinese society at the time. However, in the last few years, China has been actively considering the adoption of ad hoc arbitration into its legal system, in view of foreign trade exchange becoming more and more intense. Against this backdrop, the ad hoc arbitration mechanism is essential to develop arbitration practice in China given its benefits, such as efficiency, flexibility, autonomy, and lower costs. The newly revised version of the Arbitration Law of the People’s Republic of China (hereinafter referred to as the “New Arbitration Law”) officially came into force on March 1, 2026. It includes provisions regarding ad hoc arbitration, among others. These amendments respond to practical needs, stemming from domestic practice, align with international standards by absorbing international experience, and aim to improve the efficiency, impartiality, and international competitiveness of Chinese arbitration, laying a solid foundation for its growing influence on the global scene.
Con el crecimiento sostenido de la inversión y el comercio internacionales, las disputas comerciales con elementos extranjeros han aumentado en frecuencia. En su resolución, el litigio, el arbitraje y la mediación desempeñan un papel fundamental.
Aunque China se adhirió a la Convención de Nueva York en 1987, la Ley de Arbitraje de la República Popular China, aprobada en 1994, no reconoció el arbitraje ad hoc. Esta omisión obedeció a las limitaciones propias de las condiciones políticas, económicas y diplomáticas del país en ese momento.
No obstante, en los últimos años China ha venido explorando activamente la incorporación del arbitraje ad hoc a su sistema jurídico. En la actualidad, los intercambios comerciales con el exterior son cada vez más intensos, por lo que la inclusión de este mecanismo se ha convertido en una necesidad para el desarrollo de la práctica arbitral en el país, dadas sus ventajas en términos de eficiencia, flexibilidad, autonomía y menores costos.
En este contexto, la nueva versión de la Ley de Arbitraje de la República Popular China (en adelante, la «nueva Ley de Arbitraje»), que entró en vigor el 1 de marzo de 2026, incorpora disposiciones relativas al arbitraje ad hoc, entre otras innovaciones normativas.
Estas modificaciones responden a necesidades prácticas identificadas en la experiencia nacional, se alinean con estándares internacionales mediante la incorporación de buenas prácticas comparadas y buscan fortalecer la eficiencia, la imparcialidad y la competitividad internacional del arbitraje chino. En consecuencia, sientan bases sólidas para el incremento de su influencia en el escenario global.
Com o crescimento sustentado do investimento e do comércio internacionais, as disputas comerciais com elementos estrangeiros têm aumentado em frequência. Na sua resolução, o litígio, a arbitragem e a mediação desempenham um papel fundamental.
Embora a China tenha aderido à Convenção de Nova York em 1987, a Lei de Arbitragem da República Popular da China, aprovada em 1994, não reconheceu a arbitragem ad hoc. Essa omissão decorreu das limitações inerentes às condições políticas, econômicas e diplomáticas do país naquele momento.
Não obstante, nos últimos anos a China tem explorado ativamente a incorporação da arbitragem ad hoc ao seu sistema jurídico. Atualmente, os intercâmbios comerciais com o exterior são cada vez mais intensos, razão pela qual a inclusão desse mecanismo se tornou uma necessidade para o desenvolvimento da prática arbitral no país, em virtude de suas vantagens em termos de eficiência, flexibilidade, autonomia das partes e redução de custos.
Nesse contexto, a nova versão da Lei de Arbitragem da República Popular da China (doravante denominada “nova Lei de Arbitragem”), que entrou em vigor em 1º de março de 2026, incorpora disposições relativas à arbitragem ad hoc, entre outras inovações normativas.
Essas modificações respondem a necessidades práticas identificadas na experiência nacional, alinham-se aos padrões internacionais por meio da incorporação de boas práticas comparadas e buscam fortalecer a eficiência, a imparcialidade e a competitividade internacional da arbitragem chinesa. Em consequência, estabelecem bases sólidas para o aumento de sua influência no cenário global.